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− | Taxologia. Ainda quanto à parafisiologia, as disfunções são classificadas de acordo com a alteração do fluxo e da quantidade da energia. Dessa maneira, as | + | |
− | Paranatomologia. As alterações da paranatomia são generalizadas, | + | '''Parafisiopatologia.''' Do ponto de vista paranatomofuncional, tem-se a hipótese de a alteração na função preceder o comprometimento da anatomia. Assim, as disfunções parafisiológicas sustentadas do energossoma devem evoluir para comprometimento da paranatomia. Já o inverso é aparentemente menos frequente, mas situação clássica é o trauma agudo danificando anatomicamente o corpo energético e decorrendo em perda ou comprometimento da função, por exemplo a pancada na testa lesando irreversivelmente o frontochacra e a retirada cirúrgica do baço comprometendo o esplenicochacra. A hipótese de |
− | Paraetiologia. A disfunção é primária quando se iniciou no próprio | + | a disfunção preceder a desestruturação, no entanto, é observacional e limitada pela falta de conhecimento a nível microestrutural dos paracorpos. Talvez alterações morfológicas na composição e estrutura holossomáticas sejam mais precoces no processo de parapatogênese. |
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− | Parageneticologia. Apesar de o paracorpo energético ser constituído a cada vida intrafísica, condições patológicas pretéritas são capazes de comprometer sua função devido a herança paragenética impregnada nos outros paracorpos, | + | '''Taxologia.''' Ainda quanto à parafisiologia, as disfunções são classificadas de acordo com a alteração do fluxo e da quantidade da energia. Dessa maneira, as defasagens energossomáticas são as disfunções caracterizadas pela deficiência energética, decorrendo, por exemplo, da perda excessiva para o meio, como na vampirização. Nas intoxicações tem-se o acúmulo excessivo de energia comprometendo o fluxo, tal qual é observado na falta de desassimilação. Nos bloqueios energossomáticos tem-se tanto defasagem quanto intoxicação, mas há caracteristicamente a parada do fluxo, com estagnação energética. Nos casos da síndrome do exaurimento energético, a conscin não consegue fixar no seu campo as ECs, havendo perda contínua para o meio, aos moldes de hiperfluxo entrópico. Quanto à capacidade de descoincidência, a rigidez e a soltura excessiva do energossoma também constituem condições ou estados patológicos disfuncionais. |
− | Dessomatologia. Essa influência torna-se mais significativa quando não ocorre a segunda dessoma, ou seja, não houve o descarte completo do energossoma, permanecendo resquícios energéticos. Considerando-se a fisiologia extrafísica da bitanatose, a retenção do energossoma pode ser encarada enquanto tipo de disfunção energossomática. | + | |
− | Paraprognosticologia. Quanto à evolução clínica, as disfunções são agudas e passageiras, ou crônicas quando recorrentes e mantidas. Quando cronificadas tem maior potencial de afetar o funcionamento dos outros corpos – disfunção | + | '''Paranatomologia.''' As alterações da paranatomia são generalizadas, comprometendo o funcionamento do energossoma como um todo, ou setorizadas, afe-tando chacra específico ou região. Há categorias de disfunções simutâneas no energossoma, por exemplo, chacras hipoativos e hiperativos. |
− | Autodiagnosticologia. O autodiagnóstico das disfunções depende da | + | |
− | Paraprofilaxiologia. Nesse sentido, o estado vibracional é o procedimento essencial para a autoinvestigação energossomática. A vantagem ímpar dessa técnica, no entanto, deve-se a polivalência, funcionando como tratamento e profilaxia das disfunções e patologias energossomáticas. | + | '''Paraetiologia.''' A disfunção é primária quando se iniciou no próprio energossoma, e secundária, nos outros corpos. Ainda em relação à etiologia, é intrínseca, quando preponderantemente de natureza intraconscienical, e extrínseca, quando o maior componente é extraconsciencial, tal como nas assimilações antipáticas e intrusões energéticas. |
− | Homeostaticologia. O energossoma, assim como os demais corpos, tem | + | |
− | Parassemiologia. O heterodiagnóstico das disfunções energossomáticas do evoluciente faz parte da avaliação diagnóstica essencial e periódica do | + | '''Assediologia.''' Nas intervenções extrínsecas, destaca-se o assédio interconsciencial, intencionalmente causando disfunções energossomáticas ou se valendo destas para mantê-las ou consolidar a conexão. |
− | Paraterapeuticologia. Da mesma forma, o tratamento e prevenção das | + | |
− | Paraclinicologia. Assim, um dos grandes diferenciais da consciencioterapia é a instrumentalização terapêutica do energossoma e o uso amplo das energias | + | '''Parageneticologia.''' Apesar de o paracorpo energético ser constituído a cada vida intrafísica, condições patológicas pretéritas são capazes de comprometer sua função devido a herança paragenética impregnada nos outros paracorpos, notadamente o psicossoma. |
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+ | '''Dessomatologia.''' Essa influência torna-se mais significativa quando não ocorre a segunda dessoma, ou seja, não houve o descarte completo do energossoma, permanecendo resquícios energéticos. Considerando-se a fisiologia extrafísica da bitanatose, a retenção do energossoma pode ser encarada enquanto tipo de disfunção energossomática. | ||
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+ | '''Paraprognosticologia.''' Quanto à evolução clínica, as disfunções são agudas e passageiras, ou crônicas quando recorrentes e mantidas. Quando cronificadas tem maior potencial de afetar o funcionamento dos outros corpos – disfunção holossomática. | ||
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+ | '''Autodiagnosticologia.''' O autodiagnóstico das disfunções depende da capacidade de autopercepção energossomática da conscin, a qual é aperfeiçoada com aplicação de técnicas específicas. As manobras energéticas ajudam a estabelecer o fluxo ou as trocas interchacrais de energias. Desse modo, o autoconsciencioterapeuta diagnostica, durante o experimento, por exemplo, se há dificuldade nessas movimentações ou sensação de falta ou acúmulo patológico de energia, perdas involuntárias, ou resistência à exteriorização. | ||
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+ | '''Paraprofilaxiologia.''' Nesse sentido, o estado vibracional é o procedimento essencial para a autoinvestigação energossomática. A vantagem ímpar dessa técnica, no entanto, deve-se a polivalência, funcionando como tratamento e profilaxia das disfunções e patologias energossomáticas. | ||
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+ | '''Homeostaticologia.''' O energossoma, assim como os demais corpos, tem mecanismos intrínsecos para manter e restabelecer a homeostase. A pararreabilitação, em especial, diz respeito à recuperação da função holossomática, incluindo fenômenos adaptativos como a reorganização funcional do corpo lesado para suprir a função faltante. No caso, por exemplo, de chacra disfuncional, por vezes ocorre a redistribuição energética, sendo a função faltante assumida por outro centro energético – fenômeno parafisiológico da migração energética. | ||
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+ | '''Parassemiologia.''' O heterodiagnóstico das disfunções energossomáticas do evoluciente faz parte da avaliação diagnóstica essencial e periódica do consciencioterapeuta. Geralmente inicia-se de modo instantâneo ao estabelecer a assimilação e o acoplamento energético, sendo aprofundada com manobras específicas, das quais destaca-se a paranamnese holossomática, o arco voltaico craniochacral e a própria clarividência, meios de observação de alterações na energosfera. | ||
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+ | '''Paraterapeuticologia.''' Da mesma forma, o tratamento e prevenção das disfunções energossomáticas faz parte do ''core'' da consciencioterapia clínica. O restabelecimento da homeostase energossomática pode ser o objetivo consciencioterapêutico principal do momento ou ocorrer enquanto consequência do tratamento de outro problema. Por exemplo, quando há a terapêutica de feridas emocionais resultando no desbloqueio do cardiochara. | ||
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+ | '''Paraclinicologia.''' Assim, um dos grandes diferenciais da consciencioterapia é a instrumentalização terapêutica do energossoma e o uso amplo das energias enquanto recurso parassemiológico, paraprofilático e paraterapêutico. | ||
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+ | 2. '''Bloqueio energossomático''' (Energoparapatologia). | ||
+ | 3. '''Energossoma''' (Holossomatologia). | ||
+ | 4. '''Energoterapia''' (Energoterapeuticologia). | ||
+ | 5. '''Monopólio chacral''' (Energoparapatologia). | ||
+ | 6. '''Pararreabilitação''' (Paraterapeuticologia). | ||
+ | 7. '''''Técnica do estado vibracional''''' (Autoprofilaxiologia). | ||
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+ | |ReferenciaBibliografica=1. '''Nader,''' Rosa; '''''Autodesrepressão: Reflexões Conscienciológicas;''''' pref. Kátia Arakaki; revisores: Cristina Arakaki; ''et al.;'' 294 p.; 3 partes; 4 caps.; 117 enus.; 1 tab.; 33 filmes; 37 refs.; 17 webgrafias; alf.; 23 x 16 cm; br.; ''Associação Internacional Editares;'' Foz do Iguaçu, PR; 2018; página 156. | ||
+ | 2. '''Vieira,''' Waldo; '''''700 Experimentos da Conscienciologia;'''''revisores Ana Maria Bonfim; Everton Santos; & Tatiana Lopes; 1.088 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 ''blog;'' 1 cronologia; 100 datas; 20 ''E-mails;'' 600 enus.; 272 estrangeirismos; 1 fórmula; 1 foto; 1 microbiografia; 56 tabs.; 57 técnicas; 300 testes; 21 ''websites;'' glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. rev. e amp.; ''Associação Internacional Editares;'' Foz do Iguaçu, PR; 2013; páginas 45, 51, 52, 58 e 598. | ||
− | + | 3. '''Idem;'' Homo sapiens reurbanisatus;''''' revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 479 caps.; 139 abrevs.; 12 ''E-mails;'' 597 enus.; 413 estrangeirismos; 1 foto; 40 ilus.; 1 microbiografia; 25 tabs.; 4 ''websites;'' glos. 241 termos; 3 infográficos; 102 filmes; 7.665 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; ''Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia'' (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004; páginas 799 e 804. | |
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+ | 4. '''Idem;'' Léxico de Ortopensatas;''''' revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vols. 1 e 2; 1 ''blog;'' 652 conceitos analógicos; 22 ''E-mails;'' 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas; 19 ''websites;'' 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; ''Associação Internacional Editares;'' Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 397 e 891. | ||
− | + | 5. '''Idem;'' Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano;''''' revisores Alexander Steiner; ''et al.;'' 1.248 p.; 18 seções; 525 caps.; 150 abrevs.; 16 ''E-mails;'' 1.156 enus.; 1 escala; 1 foto; 3 gráfs.; 42 ilus.; 1 microbiografia; 1 sinopse; 2 tabs.; 2 ''websites;'' glos. 300 termos; 2.041 refs.; alf.; geo.; ono.; 28 x 21 a x 7 cm; enc.; 5 Ed. rev. e aum.; ''Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia'' (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 2002; páginas 309, 726 e 986. | |
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− | 5. Idem; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; | + | |
Edição atual tal como às 19h49min de 13 de agosto de 2021
Anexos: Verbete PDF
Disfunção Energossomática
Distúrbio da parafisiologia ou do funcionamento normal, homeostático, do energossoma, de característica transitória ou duradoura.
Especialidade-chave: Energoparapatologia.
Sinonimologia:
1. Desequilíbrio energossomático. 2. Distúrbio do paracorpo energético. 3. Descompensação holochacral.
Poliglotologia:
Anglofonia: energosomatic dysfunction.
Francofonia: dysfonction énergosomatique.
Germanofonia: energosomatische Dysfunktion, f.
Hispanofonia: disfunción energosomática.
Consciencioterapeuticologia
Complementum: Parafisiologia. O energossoma é formado pelos biovórtices e trama de conexões energéticas. Funciona enquanto interface entre o soma e o psicossoma, realiza as trocas de energia com o meio e as distribui entre os veículos conscienciais.
Parapatologia. A disfunção ou mal funcionamento do paracorpo energético constitui fase inicial da instalação de parapatologia energossomática, especialmente quando o estado antiparafisiológico não é revertido. De maneira inversa pode também ser consequência de parapatologia envolvendo o holossoma. Na prática, toda parapatologia energossomática implica em certo nível de disfunção, mas o contrário não é sempre verdadeiro: as disfunções energossomáticas por vezes não evoluem para a instalação de parapatologias ou doenças conscienciais propriamente ditas.
Parafisiopatologia. Do ponto de vista paranatomofuncional, tem-se a hipótese de a alteração na função preceder o comprometimento da anatomia. Assim, as disfunções parafisiológicas sustentadas do energossoma devem evoluir para comprometimento da paranatomia. Já o inverso é aparentemente menos frequente, mas situação clássica é o trauma agudo danificando anatomicamente o corpo energético e decorrendo em perda ou comprometimento da função, por exemplo a pancada na testa lesando irreversivelmente o frontochacra e a retirada cirúrgica do baço comprometendo o esplenicochacra. A hipótese de a disfunção preceder a desestruturação, no entanto, é observacional e limitada pela falta de conhecimento a nível microestrutural dos paracorpos. Talvez alterações morfológicas na composição e estrutura holossomáticas sejam mais precoces no processo de parapatogênese.
Taxologia. Ainda quanto à parafisiologia, as disfunções são classificadas de acordo com a alteração do fluxo e da quantidade da energia. Dessa maneira, as defasagens energossomáticas são as disfunções caracterizadas pela deficiência energética, decorrendo, por exemplo, da perda excessiva para o meio, como na vampirização. Nas intoxicações tem-se o acúmulo excessivo de energia comprometendo o fluxo, tal qual é observado na falta de desassimilação. Nos bloqueios energossomáticos tem-se tanto defasagem quanto intoxicação, mas há caracteristicamente a parada do fluxo, com estagnação energética. Nos casos da síndrome do exaurimento energético, a conscin não consegue fixar no seu campo as ECs, havendo perda contínua para o meio, aos moldes de hiperfluxo entrópico. Quanto à capacidade de descoincidência, a rigidez e a soltura excessiva do energossoma também constituem condições ou estados patológicos disfuncionais.
Paranatomologia. As alterações da paranatomia são generalizadas, comprometendo o funcionamento do energossoma como um todo, ou setorizadas, afe-tando chacra específico ou região. Há categorias de disfunções simutâneas no energossoma, por exemplo, chacras hipoativos e hiperativos.
Paraetiologia. A disfunção é primária quando se iniciou no próprio energossoma, e secundária, nos outros corpos. Ainda em relação à etiologia, é intrínseca, quando preponderantemente de natureza intraconscienical, e extrínseca, quando o maior componente é extraconsciencial, tal como nas assimilações antipáticas e intrusões energéticas.
Assediologia. Nas intervenções extrínsecas, destaca-se o assédio interconsciencial, intencionalmente causando disfunções energossomáticas ou se valendo destas para mantê-las ou consolidar a conexão.
Parageneticologia. Apesar de o paracorpo energético ser constituído a cada vida intrafísica, condições patológicas pretéritas são capazes de comprometer sua função devido a herança paragenética impregnada nos outros paracorpos, notadamente o psicossoma.
Dessomatologia. Essa influência torna-se mais significativa quando não ocorre a segunda dessoma, ou seja, não houve o descarte completo do energossoma, permanecendo resquícios energéticos. Considerando-se a fisiologia extrafísica da bitanatose, a retenção do energossoma pode ser encarada enquanto tipo de disfunção energossomática.
Paraprognosticologia. Quanto à evolução clínica, as disfunções são agudas e passageiras, ou crônicas quando recorrentes e mantidas. Quando cronificadas tem maior potencial de afetar o funcionamento dos outros corpos – disfunção holossomática.
Autodiagnosticologia. O autodiagnóstico das disfunções depende da capacidade de autopercepção energossomática da conscin, a qual é aperfeiçoada com aplicação de técnicas específicas. As manobras energéticas ajudam a estabelecer o fluxo ou as trocas interchacrais de energias. Desse modo, o autoconsciencioterapeuta diagnostica, durante o experimento, por exemplo, se há dificuldade nessas movimentações ou sensação de falta ou acúmulo patológico de energia, perdas involuntárias, ou resistência à exteriorização.
Paraprofilaxiologia. Nesse sentido, o estado vibracional é o procedimento essencial para a autoinvestigação energossomática. A vantagem ímpar dessa técnica, no entanto, deve-se a polivalência, funcionando como tratamento e profilaxia das disfunções e patologias energossomáticas.
Homeostaticologia. O energossoma, assim como os demais corpos, tem mecanismos intrínsecos para manter e restabelecer a homeostase. A pararreabilitação, em especial, diz respeito à recuperação da função holossomática, incluindo fenômenos adaptativos como a reorganização funcional do corpo lesado para suprir a função faltante. No caso, por exemplo, de chacra disfuncional, por vezes ocorre a redistribuição energética, sendo a função faltante assumida por outro centro energético – fenômeno parafisiológico da migração energética.
Parassemiologia. O heterodiagnóstico das disfunções energossomáticas do evoluciente faz parte da avaliação diagnóstica essencial e periódica do consciencioterapeuta. Geralmente inicia-se de modo instantâneo ao estabelecer a assimilação e o acoplamento energético, sendo aprofundada com manobras específicas, das quais destaca-se a paranamnese holossomática, o arco voltaico craniochacral e a própria clarividência, meios de observação de alterações na energosfera.
Paraterapeuticologia. Da mesma forma, o tratamento e prevenção das disfunções energossomáticas faz parte do core da consciencioterapia clínica. O restabelecimento da homeostase energossomática pode ser o objetivo consciencioterapêutico principal do momento ou ocorrer enquanto consequência do tratamento de outro problema. Por exemplo, quando há a terapêutica de feridas emocionais resultando no desbloqueio do cardiochara.
Paraclinicologia. Assim, um dos grandes diferenciais da consciencioterapia é a instrumentalização terapêutica do energossoma e o uso amplo das energias enquanto recurso parassemiológico, paraprofilático e paraterapêutico.
Holoprescriciologia
Remissiologia: 1. Autointoxicação energética (Energoparapatologia). 2. Bloqueio energossomático (Energoparapatologia). 3. Energossoma (Holossomatologia). 4. Energoterapia (Energoterapeuticologia). 5. Monopólio chacral (Energoparapatologia). 6. Pararreabilitação (Paraterapeuticologia). 7. Técnica do estado vibracional (Autoprofilaxiologia).
Bibliografia Específica: 1. Nader, Rosa; Autodesrepressão: Reflexões Conscienciológicas; pref. Kátia Arakaki; revisores: Cristina Arakaki; et al.; 294 p.; 3 partes; 4 caps.; 117 enus.; 1 tab.; 33 filmes; 37 refs.; 17 webgrafias; alf.; 23 x 16 cm; br.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2018; página 156.
2. Vieira, Waldo; 700 Experimentos da Conscienciologia;revisores Ana Maria Bonfim; Everton Santos; & Tatiana Lopes; 1.088 p.; 40 seções; 100 subseções; 700 caps.; 147 abrevs.; 1 blog; 1 cronologia; 100 datas; 20 E-mails; 600 enus.; 272 estrangeirismos; 1 fórmula; 1 foto; 1 microbiografia; 56 tabs.; 57 técnicas; 300 testes; 21 websites; glos. 280 termos; 5.116 refs.; alf.; geo.; ono.; 28,5 x 21,5 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. rev. e amp.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2013; páginas 45, 51, 52, 58 e 598.
3. Idem; Homo sapiens reurbanisatus; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 1.584 p.; 24 seções; 479 caps.; 139 abrevs.; 12 E-mails; 597 enus.; 413 estrangeirismos; 1 foto; 40 ilus.; 1 microbiografia; 25 tabs.; 4 websites; glos. 241 termos; 3 infográficos; 102 filmes; 7.665 refs.; alf.; geo.; ono.; 29 x 21 x 7 cm; enc.; 3ª Ed. Gratuita; Associação Internacional do Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC); Foz do Iguaçu, PR; 2004; páginas 799 e 804.
4. Idem; Léxico de Ortopensatas; revisores Equipe de Revisores do Holociclo; 2 Vols.; 1.800 p.; Vols. 1 e 2; 1 blog; 652 conceitos analógicos; 22 E-mails; 19 enus.; 1 esquema da evolução consciencial; 17 fotos; glos. 6.476 termos; 1.811 megapensenes trivocabulares; 1 microbiografia; 20.800 ortopensatas; 2 tabs.; 120 técnicas lexicográficas; 19 websites; 28,5 x 22 x 10 cm; enc.; Associação Internacional Editares; Foz do Iguaçu, PR; 2014; páginas 397 e 891.
5. Idem; Projeciologia: Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano; revisores Alexander Steiner; et al.; 1.248 p.; 18 seções; 525 caps.; 150 abrevs.; 16 E-mails; 1.156 enus.; 1 escala; 1 foto; 3 gráfs.; 42 ilus.; 1 microbiografia; 1 sinopse; 2 tabs.; 2 websites; glos. 300 termos; 2.041 refs.; alf.; geo.; ono.; 28 x 21 a x 7 cm; enc.; 5 Ed. rev. e aum.; Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC); Rio de Janeiro, RJ; 2002; páginas 309, 726 e 986.
Anexos: